São Paulo – A aguardada série sul-coreana “The East Palace” estreou na Netflix cercada de expectativas e já desperta debates entre os críticos especializados. Embora a produção seja amplamente elogiada pelo visual sofisticado, pela direção de arte e pela atmosfera de horror sobrenatural, parte da imprensa considera que a narrativa se torna excessivamente complexa em alguns momentos.
Ambientada durante a dinastia Joseon, a trama acompanha Gu-cheon, um caçador de espíritos capaz de transitar entre o mundo dos vivos e o reino sobrenatural, e Saeng-gang, uma dama da corte que possui a habilidade de ouvir os mortos. Convocados pelo rei para investigar uma antiga maldição que assombra o Palácio do Leste, os dois mergulham em uma conspiração repleta de fantasmas, segredos da família real e forças ocultas.
Estrelada por Nam Joo-hyuk, Roh Yoon-seo e Cho Seung-woo, a série marca o retorno de Nam Joo-hyuk às produções televisivas após o serviço militar obrigatório. A produção também chama atenção pelo alto investimento da Netflix em efeitos visuais e cenários grandiosos, combinando elementos do folclore coreano com ação, fantasia e terror.
As primeiras avaliações destacam que “The East Palace” entrega cenas visualmente impactantes e uma ambientação sombria que valoriza o suspense. No entanto, alguns críticos apontam que o excesso de mitologia e as diversas camadas da história tornam o enredo menos acessível para quem não está familiarizado com o folclore coreano. Ainda assim, o elenco e a qualidade técnica são considerados os principais pontos fortes da produção.
Com oito episódios lançados simultaneamente, “The East Palace” chega como uma das maiores apostas da Netflix para o catálogo de dramas asiáticos em 2026. A plataforma espera repetir o sucesso internacional de outras produções sul-coreanas, apostando na combinação de fantasia, horror e mistério para conquistar o público global.