Novo filme do Universo DC registra queda histórica de público e se aproxima de um dos piores desempenhos comerciais da franquia.
A passagem de Supergirl pelos cinemas continua marcada por resultados abaixo das expectativas. Em seu quarto fim de semana em cartaz, o longa protagonizado por Milly Alcock registrou uma das menores arrecadações já vistas entre produções da DC, tornando-se o filme com pior desempenho em uma quarta semana de exibição dentro das franquias cinematográficas da editora.
Segundo dados de bilheteria, o filme arrecadou aproximadamente US$ 1,5 milhão nos Estados Unidos e Canadá durante o quarto fim de semana, uma queda significativa em relação aos períodos anteriores. O resultado colocou a produção abaixo de outros títulos recentes da DC que também enfrentaram dificuldades comerciais.
Um início abaixo das expectativas
Antes mesmo da quarta semana, Supergirl já apresentava sinais de dificuldade. O filme estreou com cerca de US$ 37 milhões no mercado doméstico, valor considerado baixo para uma grande produção de super-heróis com orçamento elevado.
O desempenho caiu rapidamente nas semanas seguintes, com uma forte redução de público após a estreia. A queda acentuada colocou o longa entre os maiores fracassos recentes do gênero, ao lado de outros títulos que não conseguiram transformar o interesse inicial em uma longa permanência nos cinemas.
Desafio para o novo Universo DC
O resultado de Supergirl gera discussões sobre os desafios enfrentados pelo novo Universo DC comandado por James Gunn e Peter Safran. O filme chegou aos cinemas como uma das primeiras grandes apostas da nova fase da franquia, após a reformulação do antigo universo compartilhado da editora.
Especialistas apontam que o desempenho reforça uma tendência recente: o público parece estar mais seletivo com filmes de super-heróis, especialmente aqueles centrados em personagens que não possuem o mesmo reconhecimento global de nomes como Superman ou Batman.
Futuro da heroína ainda é discutido
Apesar do resultado comercial decepcionante, a recepção de Supergirl não define necessariamente o futuro da personagem dentro da DC. O estúdio ainda pode explorar a heroína em outros projetos, dependendo da estratégia adotada para os próximos capítulos do universo compartilhado.
O fracasso nas bilheterias, porém, serve como um alerta para a Warner Bros. e a DC Studios sobre a necessidade de equilibrar grandes investimentos, expectativas do público e novas formas de apresentar personagens conhecidos dos quadrinhos.
Enquanto isso, Supergirl entra para a história da DC não pelo impacto esperado como lançamento de uma nova era, mas como um dos maiores desafios enfrentados pela franquia em sua tentativa de reconstrução.